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Projetos

I – Inclusão Social Por meio do Esporte:

Nossos projetos estarão voltados para a inclusão social por meio do esporte e o grande desafio é levá-lo às classes mais desfavorecidas.
A Lei Estadual 17.942 de 19 de dezembro de 2008 estabelece a obrigatoriedade da Educação Física nas Escolas Públicas e Privadas do Sistema Estadual de Educação. Mas não basta ser obrigatória; É preciso ter uma educação física de qualidade. É preciso investimento para que as escolas possam ter condições de oferecer atividades físicas aos alunos, bem como de profissionais qualificados.
O aluno em contato com atividades esportivas certamente melhorará seu desenvolvimento escolar e seu comportamento junto à família. O esporte eleva a auto-estima da criança e do jovem. O esporte permite o sonho, agrega valores. Esporte é vida.

Batalharemos para o melhor acesso ao esporte nas escolas públicas de modo que a criança e o jovem usufruam todos os benefícios que essa atividade possibilita e, conseqüentemente, fiquem longe das drogas e do crime.
Além da educação esportiva escolar, é importante que a criança e o jovem possam ter acesso às atividades esportivas fora do ambiente escolar. O momento é propício, tendo em vista a proximidade com a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíadas em 2016, ambos no Brasil.

A nossa Constituição Estadual, em seu artigo 218 estabelece:
Art. 218 – O Estado garantirá, por intermédio da rede oficial de ensino e em colaboração com entidades desportivas, a promoção, o estímulo, a orientação e o apoio à prática e difusão da educação física e do desporto, formal e não formal, com:

I – a destinação de recursos públicos à promoção prioritária do desporto educacional e, em situações específicas, do desporto de alto rendimento;

II – a proteção e incentivo às manifestações esportivas de criação mineira;

III – o tratamento diferenciado para o desporto profissional e não profissional;

IV – a obrigatoriedade de reserva de áreas destinadas a praças e campos de esporte nos projetos de urbanização e de unidades escolares, e a de desenvolvimento de programas de construção de áreas para a prática do esporte comunitário.

Parágrafo único – O Poder Público garantirá ao portador de deficiência atendimento especializado no que se refere à educação física e à prática de atividades desportivas, sobretudo no âmbito escolar.

Assim, tentaremos de maneira responsável e com o olhar de quem cresceu na vida por meio do esporte, fazer com que o esporte transforme a vida de tantas crianças e tantos jovens espalhados por Minas Gerais: Desde o Sul de Minas até o Norte, queremos desenvolver um trabalho sério de modo que o esporte cumpra a sua função social.

II – A Defesa da Criança e do Adolescente:

Todas as ações necessárias para defender os direitos da criança e do adolescente terão prioridade em nosso trabalho. O Estatuto da Criança e do Adolescente consagra diversos direitos, mas é preciso de ações efetivas para colocá-los em práticas.
Criaremos e participaremos de iniciativas para combater a exploração do trabalho, da prostituição infantil e a pedofilia. Lugar de criança é na escola.
É preciso que existam Conselhos Tutelares participativos e de qualidade. O Estado tem que estar presente na proteção da criança e da família.

III – Preocupação com o Ex-Atleta.

O Atleta profissional nem sempre se prepara para o fim da carreira. Muitas vezes, tem origem pobre e através do esporte consegue um sucesso de maneira rápida, ganhando dinheiro em pouco tempo. A carreira é curta e o atleta não pensa no dia de amanhã. Chega o final da carreira. E aí? Os números são tristes: alto índice de depressão, alcoolismo, drogas e até mesmo suicídio.
Muitos clubes formam o jogador, o nadador, o maratonista, mas se esquecem de formar o homem. Muitas vezes não é culpa apenas do atleta que, após encerrar sua carreira, entra nesses tristes caminhos. Ele não foi preparado para parar. Faltou apoio, faltou entender que por trás do atleta existia uma pessoa dotada de sentimentos.
Pretendemos inserir esses ex-atletas no mercado de trabalho de forma que eles possam dar continuidade às atividades esportivas de outra maneira. A Lei 6.354 de 02 de setembro de 1976, que dispõe sobre as relações de trabalho do atleta profissional de futebol, estabelece em seu artigo 27:
Art. 27 – Todo ex-atleta profissional de futebol que tenha exercido a profissão durante 3 anos consecutivos ou 5 anos alternados, será considerado, para efeito de trabalho, monitor de futebol.
Assim, é possível que o ex-atleta se qualifique junto ao Conselho de Educação Física e possa efetivamente desempenhar uma atividade que lhe é garantida por lei. Ele será um monitor do esporte e poderá passar aos alunos todos os valores que uma criança e um jovem devem ter para serem vitoriosos na vida, por meio do esporte.
Firmamos esse compromisso com essa classe a qual pertenço, e tentaremos trazê-los para o nosso time em busca de um grande trabalho em defesa das crianças e dos jovens.
Vamos tentar unir a necessidade das crianças e jovens em aprender a modalidade esportiva com a necessidade do ex-atleta ensinar.

IV – Apoio à Cultura e a Defesa da Saúde:

Embora nossa bandeira maior seja a inclusão social pela educação e pelo esporte, temos preocupação com os principais problemas sociais que atingem Minas Gerais.
O apoio à cultura e a defesa da saúde também fazem parte de nosso plano de trabalho.
Assim como o esporte, a cultura abre portas. A arte, a música, as atividades culturais de uma maneira geral também afastam crianças das drogas.
Minas Gerais tem um rico patrimônio cultural e por todos os meios que forem possíveis, buscaremos incentivar a prática dessas atividades culturais.

V – Conclusão

Essas são algumas das principais idéias as quais consegui colocar no papel. Muitas outras virão, com certeza, com a ajuda de vocês.
Peço-lhes àqueles que confiam em mim, que me acompanhem nessa caminhada. Vamos juntos dar nossa parcela de contribuição para melhorar Minas Gerais. Tenho certeza que conseguirei retribuir todo o carinho que recebi ao longo de todos esses anos.

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